Semelhança cósmica

 

Jupitermoon
Júpiter e seus satélites, assim como a Terra tem seu satélite: semelhança cósmica. By NASA/JPL/DLR [Public domain], via Wikimedia Commons
Vou explicar meu ponto de vista, mas, antes, quero reforçar aqui minha certeza, já exposta em outro post, de que nós somos, antes de tudo, de essência astronômica. Isto é, somos humanos, sim, mas humanos terráqueos.

Ou seja, nascemos, vivemos e existimos em um mundo que chamamos Terra. Com isso, quero dizer, acredito que existem outros humanos nascendo, vivendo e existindo em outros mundos, que não nosso Planeta Azul.

A ideia de que existem outros mundos não é nova e talvez um dos que tiveram uma visão muito clara disso foi Giordano Bruno. Contudo, desenvolvi, ainda na década de 1990, minha própria teoria a cerca da pluralidade dos mundos habitados, teoria essa que chamei refracionismo.

Do meu ponto de vista, é lógico que assim seja. De fato, uma das maiores evidências disso, senão a maior, é o aspecto da semelhança.

Olhe para a Lua no céu, por exemplo. Ela a mais próxima evidência de que nosso próprio mundo é uma “bola” flutuando no espaço.

A imagem acima é de Júpiter e suas quatro luas galileanas, Calisto, Europa, Ganimede e Io, da mais longe à mais próxima do gigante gasoso. Com um telescópio e um pouco de paciência, dá para perceber, ao vivo, em uma única sessão de observação, o movimento orbital de algumas das luas em volta do planeta.

Aliás, essa é uma das razões pelas quais gosto tanto de obervar Júpiter. Ao fazê-lo, posso ver, e entender, como os mundos operam, em larga escala. É mesmo fascinante.

Como Júpiter, a Terra é um planeta do Sistema Solar e a Lua, astro menor, satélite, que gira em torno dele.

Eu acho que, se existem outras estrelas que não o Sol, e se há planetas em torno dele, então, logicamente existem outros planetas em torno de outras estrelas.

E, se há um planeta habitado por seres como nós, com características humanas – o nosso próprio mundo – existem outros por aí afora.

A razão, no meu ponto de vista, é que a Natureza – Deus, se você preferir – opera de modo surpreendentemente simples. Simplicidade, aqui, se traduz em operar com modelos, que inspiram, digamos assim, as demais coisas.

Interessante notar que a modelagem é tanto qualitativa quanto quantitativa, tanto essencial como superficial e esse esquema retrocede até praticamente ao princípio do Universo que conhecemos. Precisamente aí, nesse ponto indeterminado, todas as coisas eram uma só coisa, o modelo, que  originou os submodelos subsequentes.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

um × 2 =