Lua: tão perto, mas tão longe…

 

O satélite natural no quintal da Terra, porém, ainda um mundo distante. Imagem by Gregory H. Revera (Own work) [CC BY-SA 3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0) or GFDL (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html)], via Wikimedia Commons
O satélite natural no quintal da Terra, porém, ainda um mundo distante. Imagem by Gregory H. Revera (Own work) [CC BY-SA 3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0) or GFDL (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html)], via Wikimedia Commons
Dias atrás, ao contemplar a Lua no início da manhã, enquanto aguardava a hora de começar meu trabalho, lembrei-me dos norte-americanos, os únicos seres humanos que já estiveram lá (definitivamente, não acredito nas populares teorias conspiratórias) e comecei a pensar em quão longe esse objeto cósmico realmente está – agora, mais do que nunca.

É certo que toda nação que chega ao topo um dia declina e não será diferente com nossa grande Roma contemporânea. Mas chama atenção o fim melancólico da aventura humana – em carne e osso, no espaço.

Sobrevivência cósmica

Anos atrás, a humanidade acreditava que estaria chegando a hora de fixar moradia em outro objeto celeste, da Lua pra diante, aliviando a carga terrestre.

Ao mesmo tempo, assegurando sua sobrevivência cósmica, independentemente dos humores planetários. Contudo, como as coisas estão indo, difícil acreditar que o sonho da conquista se concretize.

Lamentável, o desperdício de tantos recursos – digo dólares, mesmo. Tanta energia e tanto esforço em coisas vãs, do ponto de vista da humanidade enquanto humanidade, para nada.

Depois de tantas brigas, tanta conversa fiada, tanta ameaça de destruição mútua, tanto tempo perdido, tanta miséria e fraqueza de um lado e riqueza e poder de outro, o Homem continua preso à Terra.

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