Concepção artística ilustra como um buraco negro, na constelação do Cisne, acresce matéria que suga de uma estrela próxima. Imagem por ESA [Copyrighted free use], via Wikimedia Commons

Físico é miragem consciencial

A dimensão física não existe como tal e na verdade, não passa de uma miragem. É o modo como a razão ortodoxa interpreta a realidade palpável para nela viver.

Representação visual de uma singularidade: onde componentes reais se confundem. Imagem por Functor Salad (Own work) [GFDL (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html) or CC-BY-SA-3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/)], via Wikimedia Commons

Singularidade refracionante

A singularidade é uma forma de aberração, para os físicos. Mas, para mim, é onde a dualidade A e B, o físico e o não-físico, se refraciona no real.

Panorama da cidade japonesa de Sendai, após tsunami que se seguiu a terremoto, em março de 2011. Imagem por U.S. Navy photo [Public domain], via Wikimedia Commons

O terremoto que mudou o planeta

O terremoto que devastou parte do Japão, em 11 de março de 2011, mudou o planeta, ao deslocar o leito marinho em até 50 m e alterar a duração dos dias e das noites.

Nuvens encobrem parcialmente a estrela mais próxima, ao cair da tarde. Imagem: Tom Lima

Imagem do dia

Geralmente, a estrela mais próxima parece brincar de se esconder atrás das nuvens. Estratos cúmulos parecem esconder parcialmente o Sol, em direção ao horizonte, durante entardecer em minha cidade.