Ódio de 445.000 anos

Mapa mostrando o antigo  Oriente Médio. Imagem: "N-Mesopotamia and Syria english" by Goran tek-en - Own workBased on;Karte von MesopotamienMesopotamia Syria. Licensed under Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:N-Mesopotamia_and_Syria_english.svg#mediaviewer/File:N-Mesopotamia_and_Syria_english.svg

Mapa mostrando o antigo Oriente Médio. Imagem: “N-Mesopotamia and Syria english” by Goran tek-en – Own workBased on;Karte von MesopotamienMesopotamia Syria. Licensed under Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File:N-Mesopotamia_and_Syria_english.svg#mediaviewer/File:N-Mesopotamia_and_Syria_english.svg

O ódio que separa árabes e judeus já dura, quem sabe, 1 milhão de anos, mas, seguramente, 445.000 anos. E não começou aqui, na Terra, mas no planeta Nibiru. Maluquice? Não, se levarmos em conta os antigos sumérios. E a Bíblia está repleta de evidências.

Contudo, para aceitarmos essa história, devemos interpretar relatos antigos, há muito deixados pela mais antiga civilização da Antiguidade, a Suméria, não como lendas, ou mitos, mas como verdadeiras narrativas de eventos vividos pela humanidade no passado, e que forjaram nossa própria civilização contemporânea, e moldaram, também, nosso futuro.

De fato, o conflito árabe-israelense é bem mais antigo que o próprio Homo sapiens. Começou há mais de meio milhão de anos em um planeta distante, e foi trazido para cá por seus habitantes.

Ea tinha ressentimento profundo

Ou seja, quando eles vieram para cá, bem antes do surgimento da nossa própria espécie, trouxeram, na bagagem, sua disputa familiar e particular – a semente do conflito árabe-israelense.

Bem, a história narrada pelos sumérios não fala especificamente em judeus, ou árabes. E nem poderia. Isso é intepretação minha. O que quero ressaltar é meu entendimento de que o que se passou em épocas remotas ajuda a entender as origens do conflito.

Em minha opinião, o mal-estar não começou na Terra, mas em Nibiru, planeta que tinha como governante uma família, ou dinastia, cujo líder supremo era An. Eram os deuses de antigamente, aos quais a Bíblia se referiria coletivamente, no futuro, como Elohim (o singular para Deus era El).

An tinha três filhos, Enlil e Ea, e uma filha, Ninhursag. A questão central era que Ea tinha inveja e um ressentimento profundo por Enlil ser o primogênito.

Só havia na Terra um primata desenvolvido

Na visão de Ea, ele era o primogênito e, portanto, o primeiro, na ordem de sucessão e herdeiro efetivo. Enlil era filho de An com sua consorte oficial, Antu, e, portanto, era o primogênito legal. Contudo, Ea entendia que ele devia ser o primogênito, por ser filho de An com uma concubina.

Essa rivalidade que existia em Nibiru foi trazida para a Terra. Ela contaminou não só os deuses descendentes de Enlil e Ea, como também os próprios seres humanos.

Segundo os sumérios, a história da colonização da Terra começou quando a vida naquele planeta remoto, Nibiru, se tornou cada vez mais difícil por causa da deterioração da sua atmosfera, que seria revertida com ouro.

An enviou uma missão aos planetas interiores do Sistema Solar em busca do metal, que seria aspergido na atmosfera de Nibiru.

O desembarque da espaçonave na Terra aconteceu há 445.000 anos, quando ainda não havia homens neste planeta – só um primata desenvolvido, o Homo erectus.

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