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Os extremos são inerentes à realidade e, às vezes, desembocam para o caos. Uma representação matemática, o Atrator de Lorenz, mostra o efeito borboleta: como qualquer coisa, aparentemente estável, desanda para o caos em larga escala. Imagem por By Computed in Fractint by Wikimol [Public domain], via Wikimedia Commons

Conformação extremada

A conformação extremada, um conceito refracionário, desconsidera a eliminação pura e simples dos extremos. Contudo, os extremos se aproximam, pois se assemelham em sua essência.

Concepção artística ilustra como um buraco negro, na constelação do Cisne, acresce matéria que suga de uma estrela próxima. Imagem por ESA [Copyrighted free use], via Wikimedia Commons

Físico é miragem consciencial

A dimensão física não existe como tal e na verdade, não passa de uma miragem. É o modo como a razão ortodoxa interpreta a realidade palpável para nela viver.

Representação visual de uma singularidade: onde componentes reais se confundem. Imagem por Functor Salad (Own work) [GFDL (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html) or CC-BY-SA-3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/)], via Wikimedia Commons

Singularidade refracionante

A singularidade é uma forma de aberração, para os físicos. Mas, para mim, é onde a dualidade A e B, o físico e o não-físico, se refraciona no real.

As muitas dimensões da existência, em Règles officielle avancées de Donjons & dragons: Manuel du joueur (Advanced Dungeons & Dragons: Players Handbook), TSR Games (1978). Os planos interiores vão de 1 a 8 e os exteriores, de 9 a 25. Imagem por Cdang [CC0], via Wikimedia Commons

Refracionismo e teoria das cordas

Dentre as teorias cosmológicas que tentam explicar a origem, evolução e destino do Universo, a que mais coincide com o refracionismo é a teoria das cordas. E o refracionismo foi gestado e desenvolvido em total distância dela.