A origem da queixa eterna de Enki

"Homo erectus", a criatura africana que, geneticamente misturada ao gene alienígena, teria originado o "Homo sapiens sapiens". Imagem: "Homo erectus" por Photographed by User:Lillyundfreya - Photographed at Westfälisches Museum für Archäologie, Herne. Licenciado sob Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Homo_erectus.JPG#mediaviewer/File:Homo_erectus.JPG

“Homo erectus”, a criatura africana que, geneticamente misturada ao gene alienígena, teria originado o “Homo sapiens sapiens”. Imagem: “Homo erectus” por Photographed by User:Lillyundfreya – Photographed at Westfälisches Museum für Archäologie, Herne. Licenciado sob Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0, via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Homo_erectus.JPG#mediaviewer/File:Homo_erectus.JPG

O comandante da missão era Ea, que ganhou o epíteto de Enki, Senhor da Terra. Ele fundou Eridu, na Mesopotâmia. Enlil chegaria em 416.000 a.C.

A mágoa de Enki se aprofundou quando An fez, entre eles, a divisão da Terra, na base da sorte. Enki não gostou de assumir a região da África, e Enlil ter ficado com a melhor parte, o Éden, que era a Mesopotâmia, onde ficavam as primeiras cidades que fundou lá.

O certo é que, cerca de 300.000 a.C., os astronautas que trabalhavam em minas de ouro, na África, se rebelaram contra o trabalho pesado.

Para salvar a missão, Enki criou um trabalhador primitivo, o Homo sapiens, fundindo material genético do Homo erectus e deles mesmos. Enki foi, então, segundo a Bíblia, s o deus Javé, criador da humanidade.

Contudo, o deus Javé que mandou o homem, criado em laboratórios na África, para a Mesopotâmia, foi Enlil, que invadiu as minas e levou trabalhadores primitivos para cuidar do seu jardim no Éden.

Por volta de 13.000 a.C., a passagem de Nibiru causaria um imenso maremoto que, sabiam os deuses, causaria enorme desolação na Terra.

Enlil viu nisso uma oportunidade para destruir a humanidade, porque estava desgostoso com os rumos da colonização. Na verdade, temia a deterioração genética de sua própria espécie por causa do cruzamento entre as novas gerações de deuses com mulheres terrestres, gerando híbridos que poderiam procriar entre si.

Enki, que vivia se rebelando contra as ordens de An e Enlil, quebrou o juramento de deixar a humanidade perecer no Dilúvio e conspirou contra ordens superiores, mandando Noé construir uma arca. O objetivo de Enki era salvar o gênero humano, que ele havia criado, da destruição iminente.

Depois do Dilúvio, Enlil aceitou a nova situação e distribuiu sementes entre os sobreviventes, introduzindo culturas como o trigo e o milho e dando, para a humanidade, a agricultura. Enki, de sua parte, ensinou a domesticação de animais e a pecuária.

Eu acho que, talvez, o evento terrestre mais significativo que, de fato, introduziria a disputa árabe-israelense, aconteceu após o Dilúvio.

Em 11.000 a.C., a humanidade entrara no Mesolítico, a Média Idade da Pedra e, por volta de 10.000 a.C. Enki, conhecido no Egito por Ptah, concebeu a Grande Pirâmide de Gizé, projetada por seu filho Ra/Marduk e erguida pelo deus Geb.

Em 10.500 a.C. foi feita a divisão da Terra entre os descendentes de Adão. Os deuses, Elohim, determinaram que Jafé, o Belo, seus filhos e netos ficassem om as terras altas da Ásia Menor e regiões em volta do Mar Negro e do Mar Cáspio.

A Cam, O de Tons Escuros, coube as áreas africanas da Núbia, Etiópia, Egito e Líbia. Finalmente, Sem, que significava Câmara Celestial, recebeu as terras altas do Golfo Pérsico ao sul do Mar Mediterrâneo, ladeando a Mesopotâmia, o Líbano e a Península do Sinai.

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